2004 - Hoje

1994 – 2003

1984 – 1993

1974 – 1983

1964 – 1973

1953 – 1963

Histórico - Os projetos da empresa que marcaram décadas


2004 - Hoje

A Mendes Júnior acompanha o crescimento do segmento de engenharia e reforça a sua presença em importantes projetos no Brasil, seja em empreendimentos públicos ou privados, estando entre as maiores construtoras do país. Um dos destaques é a atuação no setor petrolífero na manutenção de plataformas marítimas, na expansão de refinarias e na construção de dutos.

Além disso, como o desenvolvimento de um país passa pela infraestrutura, a empresa também atua ativamente em projetos como rodovias, metrôs, portos e aeroportos.

A Mendes Júnior implanta o Sistema de Gestão Integrada baseado nas normas de Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde Ocupacional e Responsabilidade Social em todas as unidades, tendo sido a primeira empresa de construção da América Latina certificada nos quatro quesitos. Em 2007 conquista o Prêmio Mineiro da Qualidade pela excelência da sua gestão.

Alguns projetos de destaque são a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira (SP), o Boulevard Arrudas (MG), a Expansão III da Rio Paracatu Mineração, a expansão das refinarias Duque de Caxias (RJ), Gabriel Passos (MG), Alberto Pasqualini (RS) e de Paulínia (SP), a expansão da Linha Verde do Metrô de São Paulo, a manutenção de plataformas da Bacia de Campos (RJ) para a Petrobras, o Gasoduto Cacimbas Catu (BA), o Rodoanel (SP) e o Porto de Maceió (AL).

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1994 – 2003

Nessa década, a empresa consolidou sua atuação no Chile, construindo importantes projetos como o metrô de Santiago (1994 - 1999), o mineroduto de Collahuasi (1997 - 1998), a estação de tratamento de água de La Florida (1998 - 1999), túneis Corrales (1997 - 1999) e a barragem de Puclaro (1996 - 2000).

Em 1994, foi assinado o primeiro contrato de construção firmado por uma empresa brasileira na China para a construção da barragem e construção e montagem eletromecânica do vertedouro da Usina Hidrelétrica de Tianshengqiao I (TSQ - I), a segunda maior barragem de enrocamento com face de concreto (BEFC) do mundo e a maior da Ásia.

No Brasil, a empresa intensificou seu foco de atuação em projetos de petróleo e gás, tendo firmado importantes contratos com a Petrobras no Centro de Negócios de Macaé e em projetos como os gasodutos Gasfor, Bolívia - Brasil, Cabiúnas - Barra do Furado, a Adutora Guandu - REDUC, a Unidade de Processamento de Gás Natural em Alagoas – UPGN - AL e representativas obras nas unidades da REDUC e REFAP. Também devem ser destacados os projetos industriais com atuação na Companhia Vale do Rio Doce /Alunorte, além de ter firmado contratos para a construção do Porto Vila do Conde e de obras da Expansão II em Barcarena, obras públicas como o Trem Metropolitano de Belo Horizonte, Unidade SESC - Pinheiros, Mineroduto Rio Capim Caulim despoluição da Calha do rio Tietê, entre outros.

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1984 – 1993

A partir do final da década de 70 e início dos anos 80, a Mendes Júnior deu um importante passo para o crescimento da sua atuação no mercado. Em decorrência da importação do petróleo, a balança comercial Brasil-Iraque estava em desequilíbrio. Para reverter esse cenário, a solução encontrada pelo presidente Ernesto Geisel na época foi a venda de serviços brasileiros de engenharia. A Mendes Júnior foi a empresa contratada para a construção da ferrovia Baghdah-Akashat, da rodovia Expressway e de uma estação de bombeamento de água do rio Eufrates (Projeto Sifão).

Atuar no Iraque demandava um complexo planejamento logístico de pessoas, materiais e equipamentos. Os números são surpreendentes: cerca de 10 mil trabalhadores brasileiros foram mobilizados para as obras no país. Foi montada uma estrutura de 725 casas, 744 acomodações, hospital, escolas, supermercado e clubes. A atuação da Mendes Júnior no Iraque consolidou a empresa entre os grandes destaques da construção pesada nacional e internacional.

Em 1985 foi entregue ao Ministério de Transportes do país a ferrovia Baghdad-Akashat, um projeto no valor de US$ 1,3 bilhão. Já a rodovia Expressway foi construída de 1981 a 1986. Em 1984 foi dado início à construção do Projeto Sifão.

Essa década também foi marcada pela abertura da Mendes Júnior a novos mercados. Em 1983 surgiu a Mendes Júnior Edificações, especializada em construção civil e empreendimentos imobiliários. Foi também nesse período que entravam em operação a Siderúrgica Mendes Júnior, as obras do metrô de São Paulo, o Memorial da América Latina, a plataforma de Pampo e o aeroporto de Confins.

Com o objetivo de revigorar o mercado sul-americano, em 1989 a Mendes Júnior iniciou suas operações no Chile. A primeira obra no país foi o projeto de expansão de Los Bronces, uma mina de exploração de cobre a 60 km de Santiago.

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1974 – 1983

Podemos destacar a década de 70 como o período em que a empresa realizou projetos que consolidaram sua posição no mercado como empresa de engenharia reconhecida internacionalmente. O Brasil vivia um momento em que a iniciativa privada caminhava ao lado do Estado. Os investimentos governamentais se concentravam nas áreas de energia, telecomunicações, rodovias, siderúrgicas e petroquímica.

Alguns grandes projetos executados pela Mendes na época foram a ponte Rio-Niterói e a Transamazônica, no Brasil, além da rodovia da Esperança, na Mauritânia.

A ponte Rio-Niterói é uma das mais conhecidas obras especiais de grande porte executadas pela Mendes Júnior. Em consórcio com as empresas Camargo Corrêa e Rabelo, a ponte foi construída de 1971 a 1974. São 13.900 metros de extensão – sendo 3.100 metros no trecho da cidade do Rio de Janeiro, 1.900 metros na cidade de Niterói e 8.900 metros sobre o mar – construídos com 455.000 m3 de concreto por 12.500 trabalhadores. Sua importância atravessa os limites da engenharia pelo grande valor sócio-econômico para a região e o Brasil.

Além da marcante presença no setor energético brasileiro, a Mendes Júnior também se destacou nessa década pela construção de projetos que propiciaram a integração brasileira. Um deles foi a Transamazônica, idealizado pelo governo Médici no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND). A Mendes Júnior se responsabilizou pela construção de 646 dos 1260 km da primeira etapa da rodovia. Nessa obra, o desafio era o alto índice de chuvas. Em certos trechos, os alimentos para os funcionários tinham que ser jogados de avião.

Em 1975 a Mendes Júnior assinou o maior contrato de toda a África na época: o da rodovia mais importante da Mauritânia, que liga a capital do país – Nouakchott – à capital industrial Kiffa, em uma extensão de 600 km.

Os desafios para a realização desse projeto se davam por vários motivos, entre eles o fato de se localizar em pleno deserto do Saara, ou seja, muito calor e escassez de água, além das condições geológicas adversas. Com competência, criatividade, tecnologia e pessoal altamente qualificado, a Mendes Júnior venceu a concorrência entre um grupo de oito empresas, conseguindo entregar o projeto 112 dias antes do prazo previsto, em 1979.

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1964 – 1973

O processo de desenvolvimento econômico iniciado por Juscelino Kubitscheck em 1956, que incluía o investimento em industrialização e infraestrutura, foi retomado em 1964. Enquanto isso, a Mendes Júnior buscava seu crescimento e expansão da atuação no mercado. De 1966 a 1972, a empresa construiu as hidrelétricas de Cachoeira Dourada, Rio da Casca III, Jaguara e Boa Esperança.

Esta década marcou o início da atuação internacional da Mendes Júnior com a construção da Usina Hidrelétrica de Santa Isabel na cidade de Cochabamba, na Bolívia. De 1962 a 1981 a Bolívia vivia um período de grandes investimentos no setor energético. Construída de 1969 a 1973, Santa Isabel foi um projeto que significou um grande desafio para a Mendes Júnior , pois foi a sua primeira obra fora do país. Além disso, tratava-se de uma construção complexa, pois exigia a escavação de 5.500 metros de túneis sob a Cordilheira dos Andes.

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1953 – 1963

A porta de entrada da Mendes Júnior para a construção de obras de grande porte foi a Usina Hidrelétrica de Furnas. Em 1960, quando construía a barragem de Piumhi em Minas Gerais, a empresa foi convidada pela Central Elétrica de Furnas para erguer o núcleo de argila da barragem antes da cheia do rio Grande. Até então, a empresa havia realizado projetos de pequeno e médio porte.

Naquela época, a hidrelétrica era considerada como um empreendimento prioritário para o desenvolvimento energético brasileiro pelo então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek.

Através desse projeto, a Mendes Júnior mudou a visão de que apenas as grandes construtoras estrangeiras eram capazes de executar obras daquele porte, abrindo caminho para outras empresas de engenharia do Brasil. A partir de Furnas, a Mendes Júnior iniciou um forte investimento empresarial e tecnológico.

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